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"A maior parte das pessoas é tão feliz quanto resolve ser." ..............O homem é do tamanho do seu sonho..........As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar.

sábado, 28 de janeiro de 2017

A Cruz de Lorena (The Cross of Lorraine) - Tay Garnett - 1943

Título Brasil: A Cruz de Lorena
Título
Original: The Cross of Lorraine
Ano produção: 1943
Dirigido por: Tay Garnett
Estreia:  1943 ( Mundial )
Duração: 90 minutos    
Gênero:  Drama/ Guerra
Países de Origem:  Estados Unidos da América

Elenco
 Gene Kelly ------------------------- Victor
Jean-Pierre Aumont--------------------- Paul
Cedric Hardwicke -------------------------Father Sebastian
Hume Cronyn ----------------------------Duval
Joseph Calleia -------------------------Rodriguez

Sinopse:
Um grupo de soldados franceses crê que render-se diante dos nazistas, sem resistência alguma, é a medida adequada depois da invasão de Paris. Mas não imaginam que seu destino final será um campo de concentração. Filmado e lançado em plena Segunda Guerra Mundial, o filme de Tay Garnett enfoca a vida de dois soldados: Victor La Biche (Gene Kelly), a maior vítima da brutalidade alemã, e Paul Dupré (Jean-Pierre Aumont), um patriota francês. Aumont postergou sua ascendente carreira de ator após este filme para alistar-se no exército, sob o comando do general De Gaulle.






 Informações:artelanternamagica@gmail.com   
Disponível com legendas em  Espanhol

A Estranha Morte de Belle (La Mort de Belle) - Édouard Molinaro - 1961

Título Brasil: A Estranha Morte de Belle
Título Original: La Mort de Belle
Ano produção: 1961
Dirigido por: Édouard Molinaro
Estreia: 3 de Março de 1961 ( Mundial )
Duração: 91 minutos    
Gênero: Drama/ Thriller
Países de Origem: França

 Elenco:
Alexandra Stewart Belle
Jean Desailly Stéphane Blanchon
Gabriel Gobin Policial Ruchet
George Cusin Monsieur Genet, diretor da escola
Jacques Hilling

Sinopse:
Em Genebra, um professor de vida monótona se torna o principal suspeito de matar Belle, sua jovem inquilina americana. Ele alega inocência, mas passa a sentir um grande remorso pela relação fria e distante que mantinha com a moça, e o efeito disso em sua vida pode ser pior que o risco de uma condenação ou o fim de seu casamento.






Informações:artelanternamagica@gmail.com
Disponível com legendas em Português







Do mesmo diretor do clássico A Gaiola das Loucas

A Tentação do Zanzibar (Road to Zanzibar) - Victor Schertzinger - 1941

Título no Brasil: A Tentação do Zanzibar
 Título Originalk: Road to Zanzibar
 (Victor Schertzinger, 1941)
Data de lançamento: 1941 (mundial)
Direção: Victor Schertzinger
Música composta por: Victor Young
Série de filmes: Road to...
Roteiro: Don Hartman, Frank Butler, Sy Bartlett

Elenco:
Bing Crosby     ... Chuck
Bob Hope     ... Fearless
Dorothy Lamour     ... Donna Latour
Una Merkel     ... Julia Quimby
Eric Blore     ... Charles Kimble
Douglass Dumbrille     ... Slave Trader
Iris Adrian     ... French Soubrette
Lionel Royce     ... Monsieur Lebec

Sinopse:
Road to Zanzibar, é um filme de comédia de 1941 dirigido por Victor Schertzinger e protagonizado por Bob Hope, Bing Crosby e Dorothy Lamour. É o segundo filme de sete no total da série Road to... e atualmente se encontra em domínio público. Wikipédia


 Informações:artelanternamagica@gmail.com   
Disponível com legendas em  Espanhol

Operation 'Y' & Other Shurik's Adventures (Operatsiya Y i Drugiye Priklyucheniya Shurika) Leonid Gaidai - 1965


Título : Operatsiya 'Y' i drugie priklyucheniya Shurika (Original)
Ano Produção: 1965
Dirigido por: Leonid Gayday
Estreia:  1965 ( Brasil )
Duração: 94 minutos   
Gênero:  Comédia
Países de Origem: Rússia

Elenco:

    Aleksei Smirnov — Fedya the Boor
    Vladimir Basov — The Strict Policeman
    Emmanuil Geller — The Passenger with an Umbrella
    Rina Zelyonaya — A Woman in the bus
    Viktor Uralsky — The Cook at the Construction Site
    Mikhail Pugovkin — Pavel Stepanovich, Construction Works Manager
    Valentina Berezutskaya — Expectant Mother


Sinopse
São três simpáticas histórias curtas, todas envolvendo Shurika, um estudante caxias.



 Informações:artelanternamagica@gmail.com   
Disponível com legendas em  Português

 

A Mãe ( Matb) - Vsevolod Pudovkin - 1926



Diretor:  Vsevolod Pudovkin
Roteiro: Vsevolod Pudovkin
Trilha Sonora: preto e branco e mudo
Duração: 90 min.
Ano: 1926
País: Rússia Gênero: Drama
Nathan Zarkhi roteiro no romance de Maxim Gorky

Elenco:
Vera Baranovskaya - Niovna-Vlasova, a mãe
Nikolai Batalov - Pavel Vlasov
Ivan Koval-Samborsky - o organizador da greve jovem
Anna Zemtsova - o revolucionário de menina
Aleksandr Chistyakov - Vlasov
Vsevolod Pudovkin - policial
Aleksandr Savitsky - um funcionário reacionário
N. Vidonov - um trabalhador

 Sinopse:
 Nikolai Batalov, um ativista político russo da época dos czares, é preso e morre quando tenta escapar da cadeia. Depois dessa tragédia, Niovna-Vlasova, mãe de Nikolai, começa a questionar o horror imposto pelo regime czarista. Niovna se empenha nas causas políticas do seu filho assassinado e acaba tendo o mesmo destino..



Informações:artelanternamagica@gmail.com  

Disponível com legendas em Espanhol

ID de acompanhamento
UA-58381926-1


Lucia (Lucía) - Humberto Solás - 1969


Direção: Humberto Solás    
Ano: 1969 
País: Cuba    
Gênero: Drama    
Duração: 160 min. / p&b
Título Original: Lucía 

Elenco:
Raquel Revuelta, Eslinda Núñez, Adela Legrá, Eduardo Moure, Ramón Brito, Adolfo Llauradó, Idalia Anreus, Silvia Planas, Flora Lauten, Rogelio Blain      


Sinopse:
Três mulheres, três vezes: três histórias de amor. O romantismo do século XIX e uma mulher assolada pela guerra e traição; o charme dos anos trinta e uma menina que está dividido entre a paixão e morte em meio a uma situação política turbulenta; os anos sessenta e uma camponesa defesa dos seus direitos contra o ciúme doentio do marido.

 Informações:artelanternamagica@gmail.com   
Disponível com legendas em  Português


                                       Biografía de Humberto Solás E Seus filmes


Biografía de Humberto Solás: Humberto Solás es una figura emblemática dentro de la cinematografía del Tercer Mundo. Su debut ocurrió durante la década del sesenta del pasado siglo cuando se convirtió en uno de los fundadores del Nuevo Cine Latinoamericano. Es en ese periodo que filma "Lucía", considerada por la crítica mundial como una de las diez películas más importantes de la historia del cine Iberoamericano, así como también una de las diez películas antológicas del cine del Tercer Mundo.

Su obra general es la plasmación de un humanismo que se ocupa en la búsqueda de la identidad nacional y latinoamericana en función de los ideales de paz, armonía y justicia social. En su último y polémico filme, "Miel para Oshún", aboga por la unidad entre todos los cubanos a despecho de razas, credos y diferencias políticas.

La estética de Solás es una apasionada experimentación que recoge el legado clásico y lo intertextualiza dentro de las perspectivas de la vanguardia cinematográfica contemporánea donde es una figura clave, ya que desde la tribuna del Festival Internacional del Cine Pobre, que él preside, exhorta a la democratización y la libertad de un cine realizado con pocos recursos que posibilite la inserción tanto de nuevos cineastas así como de comunidades enteras en el patrimonio audiovisual mundial y cuyas premisas son las búsquedas narrativas, un compromiso con el bienestar del hombre y su entorno y una ética libertad de expresión.

Sus filmes han participado en Selecciones oficiales de los Festivales de Cannes, Venecia, Moscú, Toronto, Montreal, La Habana, Sundance y San Sebastián, entre muchos otros. Ha obtenido premios en numerosos Festivales Internacionales (San Sebastián, Huelva, Cartagena, Moscú, Karlovy Vary, Milán, Tokio, L.A. Latino Film Festival, Festival del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana, Barcelona, Cádiz). Su filme ¨Un Hombre de Éxito¨fue el primer filme cubano candidato al Oscar al Mejor Filme Extranjero. El New York Times, Film Quaterly, El País, Le Monde, Cahier du Cinema, y varios medios internacionales han reflejado la importancia de su trabajo.

FILMOGRAFÍA
1961: Casablanca (Nota para la serie Enciclopedia Popular en co-dirección)
1962: Minerva traduce el mar (Documental, en co-dirección con Oscar Valdés, 15 min.), Variaciones (Documental, en co-dirección con Héctor Veitía, 14 min.)
1963: El Retrato (Ficción en co-dirección con Oscar Valdés, 15 min.)
1965: El acoso (27 min.)
1966: Pequeña crónica (11 min.), Manuela (Ficción - mediometraje, 41 min.)
1968: Lucía (Drama, 160 min.)
1970: Crear...dos...tres (8 min.)
1972: Un día de noviembre (Ficción, 110 min.)
1974: Simparele (30 min.)
1975: Cantata de Chile (Ficción, 119 min.)
1977: Nacer en Leningrado (10 min.)
1979: Wifredo Lam (45 min.)
1981/1982: Cecilia (Drama 1era. - 2da. parte)
1983: Amada (Drama)
1986: Un hombre de éxito (Drama, 116 min.)
1988: Obataleo (11 min.)
1989: Buendía (11 min.)
1991: El siglo de las luces (Ficción, 120min.)
2001: Miel para Oshún (Drama, 115 min.)
2005: Barrio Cuba (Ficción, 100 min.)





Lucia (Lucía) - Humberto Solás - 1969


Direção: Humberto Solás   
Ano: 1969
País: Cuba   
Gênero: Drama   
Duração: 160 min. / p&b
Título Original: Lucía

Elenco:
Raquel Revuelta, Eslinda Núñez, Adela Legrá, Eduardo Moure, Ramón Brito, Adolfo Llauradó, Idalia Anreus, Silvia Planas, Flora Lauten, Rogelio Blain     


Sinopse:
Três mulheres, três vezes: três histórias de amor. O romantismo do século XIX e uma mulher assolada pela guerra e traição; o charme dos anos trinta e uma menina que está dividido entre a paixão e morte em meio a uma situação política turbulenta; os anos sessenta e uma camponesa defesa dos seus direitos contra o ciúme doentio do marido.


 Informações:artelanternamagica@gmail.com   
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                                       Biografía de Humberto Solás E Seus filmes


Biografía de Humberto Solás: Humberto Solás es una figura emblemática dentro de la cinematografía del Tercer Mundo. Su debut ocurrió durante la década del sesenta del pasado siglo cuando se convirtió en uno de los fundadores del Nuevo Cine Latinoamericano. Es en ese periodo que filma "Lucía", considerada por la crítica mundial como una de las diez películas más importantes de la historia del cine Iberoamericano, así como también una de las diez películas antológicas del cine del Tercer Mundo.

Su obra general es la plasmación de un humanismo que se ocupa en la búsqueda de la identidad nacional y latinoamericana en función de los ideales de paz, armonía y justicia social. En su último y polémico filme, "Miel para Oshún", aboga por la unidad entre todos los cubanos a despecho de razas, credos y diferencias políticas.

La estética de Solás es una apasionada experimentación que recoge el legado clásico y lo intertextualiza dentro de las perspectivas de la vanguardia cinematográfica contemporánea donde es una figura clave, ya que desde la tribuna del Festival Internacional del Cine Pobre, que él preside, exhorta a la democratización y la libertad de un cine realizado con pocos recursos que posibilite la inserción tanto de nuevos cineastas así como de comunidades enteras en el patrimonio audiovisual mundial y cuyas premisas son las búsquedas narrativas, un compromiso con el bienestar del hombre y su entorno y una ética libertad de expresión.

Sus filmes han participado en Selecciones oficiales de los Festivales de Cannes, Venecia, Moscú, Toronto, Montreal, La Habana, Sundance y San Sebastián, entre muchos otros. Ha obtenido premios en numerosos Festivales Internacionales (San Sebastián, Huelva, Cartagena, Moscú, Karlovy Vary, Milán, Tokio, L.A. Latino Film Festival, Festival del Nuevo Cine Latinoamericano de La Habana, Barcelona, Cádiz). Su filme ¨Un Hombre de Éxito¨fue el primer filme cubano candidato al Oscar al Mejor Filme Extranjero. El New York Times, Film Quaterly, El País, Le Monde, Cahier du Cinema, y varios medios internacionales han reflejado la importancia de su trabajo.

FILMOGRAFÍA
1961: Casablanca (Nota para la serie Enciclopedia Popular en co-dirección)
1962: Minerva traduce el mar (Documental, en co-dirección con Oscar Valdés, 15 min.), Variaciones (Documental, en co-dirección con Héctor Veitía, 14 min.)
1963: El Retrato (Ficción en co-dirección con Oscar Valdés, 15 min.)
1965: El acoso (27 min.)
1966: Pequeña crónica (11 min.), Manuela (Ficción - mediometraje, 41 min.)
1968: Lucía (Drama, 160 min.)
1970: Crear...dos...tres (8 min.)
1972: Un día de noviembre (Ficción, 110 min.)
1974: Simparele (30 min.)
1975: Cantata de Chile (Ficción, 119 min.)
1977: Nacer en Leningrado (10 min.)
1979: Wifredo Lam (45 min.)
1981/1982: Cecilia (Drama 1era. - 2da. parte)
1983: Amada (Drama)
1986: Un hombre de éxito (Drama, 116 min.)
1988: Obataleo (11 min.)
1989: Buendía (11 min.)
1991: El siglo de las luces (Ficción, 120min.)
2001: Miel para Oshún (Drama, 115 min.)
2005: Barrio Cuba (Ficción, 100 min.)





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